Entre poços de petróleo na Venezuela e um IPO bilionário do PicPay na Nasdaq, os irmãos Batista abrem 2026 mostrando como a J&F joga simultaneamente nos extremos do risco e do controle.
Enquanto as gigantes da Bolsa lutavam contra a dívida e a Selic, empresários com caixa próprio, como Pedrinho BH e os Moreira Salles, aproveitaram a crise e foram às compras.
Enquanto o Brasil para, o PIB muda de CEP. Nos refúgios de luxo do Caribe e dos Alpes, banqueiros e magnatas travam negociações informais que definirão os M&As de 2026.
Como o Assaí usou R$ 5,2 bilhões em dívida para comprar 70 lojas do Extra, multiplicar seu tamanho em tempo recorde e agora corre contra o relógio para reduzir sua alavancagem e quitar a fatura.
Como Varig, Abril, Oi e até a Gradiente mostram que, no Brasil, a falência não é o fim, é um mercado paralelo que transforma dívidas impagáveis, marcas quebradas e ativos esquecidos em negócios bilionários, leilões e oportunidades que só financistas e litigantes conseguem enxergar.
Como a Mapa Capital converteu R$1,4 bi em debêntures no controle de 85,5% da empresa e agora renegocia R$4 bi em dívidas enquanto enfrenta uma operação sufocada por R$1,1 bi em despesa financeira trimestral.
Mensalidades de até R$ 15 mil, vagas que valem R$ 2,4 milhões e uma corrida bilionária entre grandes grupos como Afya, Yduqs e Ânima para dominar o produto mais “premium” da educação brasileira: a Medicina.
Por três décadas, Boni foi o arquiteto que moldou o hábito televisivo do brasileiro, tornando a Globo uma potência de audiência. No fim, porém, levou “um pontapé na bunda” quando os Marinho retomaram o controle.
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