Como investidores como Advent e BTG transformaram colégios de elite em máquinas de fluxo de caixa previsível, com modelos de M&A e mensalidades que já passam de R$ 15 mil por aluno.
Queda nas vendas globais, pressão de investidores e um passivo bilionário no Brasil ajudam a explicar o fim da era Dolf van den Brink no comando da cervejaria holandesa.
Enquanto o campeão leva R$ 5,44 milhões líquidos, a Receita Federal fica com sua parte e a Globo opera um ecossistema comercial estimado em mais de R$ 1,5 bilhão por temporada.
Ao combinar ligas fechadas, divisão de receitas e teto salarial, a NFL transformou o esporte em um ativo financeiro. O Dallas Cowboys, por exemplo, já vale US$ 13 bilhões, enquanto gigantes do futebol, como o Real Madrid, ficam bem atrás.
Graham Walker vendeu a Fibrebond por até US$ 1,7 bilhão e destinou 15% do acordo aos funcionários: cerca de US$ 240 milhões divididos entre 540 pessoas (US$444 mil para cada)
Se confirmada até 5 de fevereiro, a megafusão da Rio Tinto com a Glencore mudará o mapa de poder onde a Vale sempre soube jogar e criará um colosso acima de US$ 260 bilhões, com produção de cobre quase cinco vezes a da brasileira.
Enquanto o mercado decretava seu declínio, o Bradesco fechava agências, trocava risco por margem e entregava R$ 6,2 bilhões de lucro, 14,7% de ROAE e uma ação 65% mais cara em 2025. A gestão de Marcelo Noronha recuperou não apenas o valor da ação, mas a própria identidade de uma instituição centenária.
Entre poços de petróleo na Venezuela e um IPO bilionário do PicPay na Nasdaq, os irmãos Batista abrem 2026 mostrando como a J&F joga simultaneamente nos extremos do risco e do controle.
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