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Companhias em Alta

Enquanto o mercado decretava seu declínio, o Bradesco fechava agências, trocava risco por margem e entregava R$ 6,2 bilhões de lucro, 14,7% de ROAE e uma ação 65% mais cara em 2025. A gestão de Marcelo Noronha recuperou não apenas o valor da ação, mas a própria identidade de uma instituição centenária.

Em 2012, o Itaú fechou o capital da Redecard por R$ 11,8 bilhões. Doze anos depois, transformou dados de maquininhas em uma das principais peças da sua engreganagem de crédito de R$ 1,4 trilhão.

Como Ilson Mateus, Pedrinho BH e os Koch construíram impérios regionais que desafiam Carrefour, Assaí e GPA

Como Zeco Auriemo trocou o risco da incorporação por uma máquina de renda recorrente, construindo um ecossistema fechado que se tornou um dos fossos competitivos mais sólidos da bolsa brasileira.

Enquanto a indústria derretia e o capital se digitalizava, ele ficou e fez do cloro e da soda um caso de resiliência rara.

O que está em jogo com o retorno da 99Food e a chegada da Meituan?

Como Fabricio Bloisi saiu de uma startup de SMS para assumir a Prosus, holding de €110 bilhões que investe em Tencent, OLX, Creditas, iFood e agora quer virar uma gigante de US$200 bi

Como Frank Geyer Abubakir transformou a Unipar em uma máquina de geração de caixa

O que está por trás da compra da área de wealth da JGP?